Envelhecimento reduz níveis de silício no organismo e concentração da substância nos alimentos é relativamente baixa. Mas não adianta tratar com qualquer silício. Suplementação com Exsynutriment®, um silício biodisponível, é indicada para repor esse nutriente essencial para a pele, cabelos e unhas
São Paulo – Quando o assunto é pele, o colágeno é o protagonista, afinal, é uma estrutura fundamental para a firmeza, elasticidade, viço e hidratação do tecido cutâneo. Isso sem falar nas suas diversas outras funções no organismo, como manutenção da saúde dos ossos e das articulações. Mas produzir colágeno não é uma tarefa tão simples e envolve outros nutrientes, como o silício. “O silício é o segundo elemento químico mais abundante na crosta terrestre, atrás apenas do Oxigênio. Conhecido como um ‘cimento natural’, o silício colabora com a síntese de colágeno, elastina e a formação de glicosaminoglicanos que compõem a matriz extracelular dos tecidos conjuntivos. Assim, qualquer tecido do organismo que depende de colágeno é beneficiado pelo silício, como cartilagens, artérias, pele, cabelo e unha”, explica Patrícia França, farmacêutica e gestora científica da Biotec. A questão é que, com o processo de envelhecimento, há uma perda importante de silício no organismo, gerando uma série de alterações no metabolismo ósseo, nos vasos, nas artérias, na pele, nos cabelos e nas unhas. Por isso, a reposição desse nutriente é fundamental com Exsynutriment®, um silício na forma de silanol biologicamente ativo, estabilizado em colágeno marinho, uma estrutura que favorece maior biodisponibilidade, ou seja, melhor absorção e utilização pelo organismo. Essa característica contribui para uma atuação mais eficiente nos tecidos quando comparada a outras formas de silício. “Na dieta, o silício até pode ser encontrado em alimentos. Ele está presente em vários grupos alimentares como frutas (maçã, laranja, manga, banana), legumes (couve, repolho, cenoura, cebola, pepino, abóbora), oleaginosas (amendoim, amêndoas), cereais (arroz, milho, aveia, cevada, farelo de trigo) e frutos do mar. O problema é que a concentração dessa substância nos alimentos é relativamente baixa, além de nem sempre ter uma boa biodisponibilidade, ou seja, não é tão bem absorvida pelo organismo”, ressalta a nutricionista Cida Mariosa, executiva do Núcleo de Nutrição da Biotec.
Exsynutriment® é distribuído com exclusividade pela Biotec no Brasil. Foi desenvolvido pela Exsymol, empresa especializada em síntese molecular, utilizando uma tecnologia que estabiliza os silanóis, forma ativa do silício, evitando sua polimerização. Esse processo garante maior estabilidade do composto e preserva sua funcionalidade após a absorção. Dessa forma, ocorre uma reposição eficaz, com silício estabilizado na forma de ácido ortosilícico (silício orgânico), um composto químico de sílica dissolvida em água ou soluções não aquosas, estabilizado em proteína que torna possível sua absorção. “O ideal é que o silício esteja estabilizado em colágeno hidrolisado para garantir biodisponibilidade e absorção pelo organismo. A estabilização impede a polimerização, fazendo com que a molécula de Silício fique protegida”, diz Maria Eugênia Ayres, farmacêutica e gestora farma da Biotec. A solubilidade de um composto indica o quanto ele se dissolve, mas não determina sua eficácia. No caso do silício, a biodisponibilidade, ou seja, a capacidade de ser absorvido e utilizado depende da sua forma química e estabilidade. Exsynutriment® foi desenvolvido para manter o silício ativo no organismo após a absorção. “Através deste método permitiu-se a criação de ligações de hidrogênio entre um hidrolisado de colágeno e o ácido ortosilício (silício) em solução. Estas ligações são estáveis e não deixam acontecer as polimerizações quando ocorre a secagem do produto. Assim, é possível assegurar a biodisponibilidade do Silício Orgânico dentro do organismo”, destaca Patrícia.
Estudos mostram que o silício orgânico é capaz de promover a formação de colágeno e elastina e fortalecer o tecido conjuntivo. Exsynutriment® atua na matriz extracelular, uma rede que sustenta e organiza os tecidos. O silício participa de processos relacionados à síntese de colágeno e à integridade estrutural da pele, cabelos e unhas, contribuindo para a manutenção dessas estruturas ao longo do tempo. A suplementação de 600mg/dia de ácido ortosilícico estabilizado em colágeno marinho Exsynutriment® por 90 dias tem um efeito rejuvenescedor da pele, com melhora significativa da textura, firmeza e hidratação. “Além disso, também temos trabalhos que comprovam que o silício é capaz de aumentar a resistência e espessura das fibras das unhas e dos cabelos e até reduzir o risco de alopecia. Um estudo mostrou que a suplementação de 300 mg de Exsynutriment®, duas vezes ao dia por cinco meses, melhorou a qualidade do cabelo em 83% e acelerou o crescimento dos fios em quase 40%”, diz Patrícia França.
Além dos efeitos na pele e nos cabelos, o silício também está envolvido na modulação da resposta imune e inflamatória, melhora o funcionamento dos ossos e articulações, está associado à saúde mental e tem efeito quelante e antioxidante, reduzindo a deposição de metais pesados. “O silício também é uma estratégia para maximizar a ação de procedimentos estéticos para flacidez. Isso porque é capaz de melhorar a qualidade dos vasos sanguíneos, acelerar a cicatrização e aumentar a densidade das fibras de colágeno e elastina, com consequente melhora da espessura e das propriedades tensoras da pele, que passa a responder melhor ao efeito dos tratamentos”, afirma Maria Eugênia.
Segundo Cida Mariosa, o ideal é que a reposição de silício orgânico seja iniciada a partir dos 20 anos, momento em que a concentração do nutriente no organismo começa a reduzir. “De maneira geral, na forma alimentar, recomenda-se a ingestão de 15 a 50mg de silício por dia. No entanto, como suplemento dietético, as doses são bem maiores e devem ser consumidas a partir de indicação médica. O silício orgânico estabilizado em colágeno marinho Exsynutriment® pode ser utilizado de 150 mg a 600 mg ao dia. A dosagem pode variar dependendo da idade e estado nutricional do paciente”, diz a farmacêutica. E o silício ainda pode ser incorporado na fórmula dos cosméticos para ser utilizado diretamente na pele. “Temos, por exemplo, o ativo Algisium C, que é um ativo orgânico derivado do silício que possui várias funções, como propriedade de regenerar fibroblastos, combater a perda de elasticidade cutânea, estimulando a síntese de colágeno e elastina, além de ação anti-inflamatória, antirradicais livres e antiedema”, finaliza Maria Eugênia.
FONTE: *BIOTEC: Biotec disponibiliza às farmácias magistrais, à área dermatológica e de medicina estética os mais modernos e inovadores conceitos de beleza e matérias-primas. A empresa busca associar às tendências mundiais à realidade do consumidor brasileiro, cada vez mais exigente e sedento por novidades que ofereçam qualidade de vida e bem-estar. Instagram: @biotecmagistral
